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Caso Felipe Melo humilha o Palmeiras e expõe apequenamento do clube diante de gestão desastrosa

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Poucas vezes se viu um clube da grandeza do Palmeiras sofrer tantos episódios de humilhação quanto na gestão Maurício Galliotte, que, para infelicidade do torcedor, findará apenas em dezembro de 2018.

A reintegração do jogador Felipe Melo, por questões de incompetência administrativa e jurídica, com direito ao jogador “bater na bunda” de todos ao, em entrevista coletiva (outro ato imperdoável de burrice, permitir o bate-papo com jornalistas, sabendo da ferocidade do atleta em se pronunciar), desmentir o treinador Cuca dizendo que não lhe pediu desculpas e insinuar que o time piorou sem sua presença, é mais um entre tantos vexames sofridos pelo Verdão nos últimos meses.

A contar:

Mais fraco presidente da história do Palmeiras, em todos os sentidos, Galiotte, com sua incapacidade, ao reconduzir Felipe Melo ao grupo de jogadores, trocou amenizar a incompetência na confecção de contrato pelo futuro esportivo do clube, que terá, daqui por diante, um treinador insatisfeito e desprestigiado, além de elenco dividido.

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