
Delatado por dirigentes da Odebrecht como preposto do deputado federal Andres Sanches (PT) para receber “agrados” da Odebrecht, no objetivo de facilitar a vida da construtora nas obras do estádio de Itaquera, o vice-presidente do Corinthians, André Negão, não está sendo investigado apenas na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal.
Logo após a condução coercitiva do dirigente, ocorrida menos de um ano atrás, que acabou se transformando em prisão por porte de duas armas de fogo, o MP-SP solicitou ao Juíz Sérgio Moro informações sobre o caso.
O ofício, assinado pelo promotor Marcelo Camargo Milani, cita diretamente o nome de André Luiz de Oliveira, o André Negão.
Comprovação de que existe, em São Paulo, uma segunda linha de investigação sobre desvio de conduta de dirigentes alvinegros nas obras de Itaquera, que pode complementar, talvez, o que já é apurado pela PF.
