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A conveniente briga do Corinthians com a Odebrecht

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Nos últimos dias, o presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, tem assinado notas oficias do clube com textos de claro repúdio à ações, de fato, deploráveis e suspeitas da Odebrecht no âmbito da construção do estádio em Itaquera.

Tratamos o assunto, ainda no início da semana, como espécie de “delação premiada” informal, levando-se em consideração que os últimos três mandatários alvinegros, Andres Sanches, Mario Gobbi e o próprio Roberto, diferentemente do que prega-se agora, atuaram, ativamente, para favorecer os interesses da construtora, absolutamente conflitantes com o do clube, durante todo o desenrolar da obra.

E não se trata de opinião, mas de fatos amplamente documentados.

Corrobora, ainda, para esta avaliação, duas outras constatações:

Deve realmente ser bem estranho brigar com uma empresa, tão asperamente (pelo menos é o que demonstram as ‘Notas Oficiais”), mas não se importar em dividir salas, mesas, negócios e segredos com aqueles que, supostamente, seriam adversários.

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