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Lágrimas de crocodilo

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nelsinhotriste

“Fui solicitado pelo Flavio Briatore, meu manager e chefe da Renault, e por Pat Symonds, diretor técnico da equipe, para deliberadamente causar um acidente para influenciar de maneira positiva a performance da Renault”

“Eu concordei com essa proposta e fiz meu carro bater no muro na volta 13 ou 14.”

“Ele me mostrou o local exato em que eu deveria bater. Essa curva foi escolhida porque não havia nenhum guindaste que pudesse tirar um carro batido rapidamente da pista”

“Eu intencionalmente causei a batida ao deixar o carro escapar um pouco antes daquela curva. Para ter certeza de que o acidente ocorreria na volta certa, eu perguntei várias vezes no rádio em que volta estava.”

Nelsinho Piquet prestou depoimento à FIA sobre seu vergonhoso incidente.

Esta confissão seria digna de elogios, se tivesse sido feita de maneira espontânea.

Não foi.

Assumir a culpa por um erro, aceitar a punição, e tentar modificar a conduta posteriormente, seria uma demonstração  de desvio de conduta momentâneo de uma pessoa de bom caráter.

Pode acontecer com qualquer um.

Mas no caso de Nelsinho, as coisas não acontecem desta maneira.

O brasileiro utilizou a informação de seu ato vergonhoso para chantagear a equipe com a finalidade de renovação de contrato.

Não conseguiu.

Somente por este motivo resolveu abrir a boca.

Merece ser punido exemplarmente.

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