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Ao que parece, a perda de duas oportunidades de vitória em Copa do Mundo abalaram as estruturas emocionais do treinador Tite.
Desde então, o comportamento tem sido estranho.
O gesto de ceder a medalha da conquista do Campeonato Carioca ao treinador do Nova Iguaçu foi até simpático, mas a ira diante da expulsão de Jair Ventura, apesar dele ter esculhambado a arbitragem, não faz sentido.
Não é corriqueira na vida de Tite defesa tão ferrenha dos colegas de profissão; principalmente quando adversários.
Tomara seja por evolução pessoal.
Porque até entre os treinadores a sensação é a de que os movimentos são calculados para engajamento midiático e consequente melhora da imagem, por diversas razões, desgastada.
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