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SPR é flagrada ‘roubando’ o Corinthians dentro do estádio de Itaquera

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Luis Paulo Rosenberg e Caio Campos

Semanas atrás, o Corinthians registrou Boletim de Ocorrência contra a SPR, com quem mantém litígio para dissolução de sociedade.

A empresa, ligada ao ex-diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg, é responsável pelo fornecimento de produtos do clube às franqueadas lojas ‘Poderoso Timão’ – também sob seu controle.

Numa destas filiais, localizada no estádio de Itaquera, foram encontradas 2.183 peças de vestuário com a marca do Corinthians sem o selo holográfico obrigatório.

Este item é responsável pelo controle de ganhos do clube nos percentuais de venda.

Aproximadamente 5% de cada item.

A SPR alegou, em defesa, que o Corinthians, por conta da questão judicial, recusou a fornecer-lhe os selos.

Diante dos fatos recentes e de determinação do processo em litígio, em que, preliminarmente, existe a proibição da ex-parceira em negociar os produtos do clube, a Justiça decidiu que a SPR, para devolução das indumentárias – em posse da polícia, terá que explicitar qual a destinação do produto, já que está impossibilitada de revendê-lo com os símbolos alvinegros.

A ser apurado: a loja do estádio de Itaquera é gerida em parceria da Nike com a SPR – até que se decida o mérito da briga com o Corinthians; estariam em conluio?

Vale lembrar que Caio Campos, CEO do estádio de Itaquera, parceiro de Rosenberg, até há pouco era CEO da SPR, sugerindo um leque de possibilidades para o que poderia estar, efetivamente, acontecendo.

Ainda que a empresa explique a destinação dos itens que poderão ou não retornar a seu catálogo – desde que sem a identificação do Corinthians, o inquérito policial seguirá seu curso para, talvez, esclarecer possíveis cúmplices destes procedimentos.

Em segredo de justiça – como está, após estranho pedido dos cartolas do Timão.

Alex Watanabe, Caio Campos, Andres Sanches e Luis Paulo Rosenberg em confraternização da SPR
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