
Os mais relevantes pilotos de Fórmula 1 da atualidade, sob riscos contratuais diversos, decidiram fazer a diferença utilizando o prestígio e a visibilidade que possuem para amparar os mais necessitados, as minorias, os que, em regra, são abandonados pelo sistema.
Lewis Hamilton abraçou a luta contra o racismo.
Ontem, Sebastian Vettel entrou na pista com capacete e máscara nas cores do arco-íris, em solidariedade às comunidades LGBTQIA+ que estão sendo massacradas pela intolerância do governo húngaro.
Detalhe: o protesto se deu, corajosamente, na Hungria.
Chamado a se explicar pela direção de prova, Vettel, através de uma emissora italiana, respondeu:
“Eu não respeitei o procedimento? Me desclassifique então”
“Eu quis emitir uma mensagem ao governo. Um governo que ao invés de proteger seu povo, os ameaça. Estou pronto para encarar as consequências”
Exemplo a ser seguido pelos que, apesar de condições de idolatria semelhantes – o que facilita a insurreição ao sistema – escondem-se no conforto da omissão.