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Mais do que o campeonato, Brasil perderá vidas por conta da Cova América

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No último mês, o Brasil perdeu a chance de conquistar, em casa, uma Copa América, apelidada ‘Cova’, por ser disputada sob a benção de um genocida num território devastado por mais de meio milhão de mortes, vítimas do descaso, e da corrupção, no combate à pandemia de Covid-19.

Pouca gente se importou com a derrota.

A Cova América foi a menos vista da história, transmitida pelo Sistema Bolsonaro de Televisão.

Porém, passado o período esportivo, sobrou a óbvia herança, prevista por qualquer mente minimamente razoável.

Estudos do Instituto Adolfo Lutz constataram, vinculada à movimentação do torneio, a entrada no país de uma nova cepa do Coronavirus, a variante B.1.621.

Dois casos, de uma amostragem de 12 testes, revelaram a contaminação.

É evidente que novos contágios ocorrerão, assim como consequentes mortes, conforme comprovam as mais diversas estatísticas sobre a profusão da doença.

Se a derrota da Cova América não entristeceu quase ninguém, seu rastro, oriundo de mais um comportamento irresponsável do bandido que chefia a nação, ocasionará, tudo indica, perdas irreparáveis a brasileiros, muitos dos quais sequer atentos à movimentação futebolística responsável pelas mortes que estão por vir.

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