
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu 48 horas para que a CBF explique a não utilização da camisa de nº 24 na Seleção Brasileira.
Todas as equipes que disputam a Copa América inscreveram, entre seus 25 jogadores, um deles com esse numeral.
Não se sabe se a Casa Bandida responderá a verdade – provavelmente não -, mas é óbvio que se trata de preconceito ligado ao grupo de ‘Jogo de Bicho’, com a mesma numeração, representativo do ‘veado’.
No futebol nacional, a bem da verdade, a prática se estende por quase todas as agremiações, muitas vezes com o uniforme recusado pelos próprios atletas.
São estúpidos todos.
Clube e Confederação que aceitam e, em alguns casos, estimulam o preconceito; jogadores, desde os que recusam a indumentária, aos tiradores de sarro de quem a utiliza, além dos que se abalam pela imbecil gozação.
Impossível esquecer, também, de parte da imprensa não evoluída, aquela que durante a cobertura esportiva insiste nas piadas inadequadas.