
Logo mais, às 10h, o ex-Ministro Fabio Wajngarten será ouvido pela CPI do Genocídio, ocasião em que, aposta-se, tentará abrandar o discurso proferido em recente entrevista à revista Veja, quando tratou o Ministério da Saúde como incompetente.
Se não poderá voltar atrás no que disse, se esforçará para não avançar.
A tarefa de proteger os genocidas, aos quais, talvez, até esteja incluído – resta saber de mais por ação ou omissão – não será nada fácil, razão pela qual a necessidade de assessoria com especialista no trato com malfeitores.
Não por acaso, ao lado (ou ao fundo) de Wajngarten estará o advogado Daniel Bialski, que defende e é parceiro comercial do ex-deputado federal Andres Sanches, ex-presidente do Corinthians – e tudo o que isso significa -, além da 1ª Dama Michelle Bolsonaro, popularmente conhecida como ‘Micheque’.
A CPI que se prepare.