
No último sábado (21), o Corinthians acertou a venda do jogador Rodriguinho para o inexpressivo Pyramids, do Egito, por US$ 6 milhões (R$ 22,6 milhões).
Desta quantia, pouco mais de R$ 7 milhões devem entrar no caixa alvinegro, com o restante fatiado entre diversos sócios da operação.
Para entender melhor todos os negócios envolvendo Rodriguinho, desde sua entrada até a saída do Timão basta clicar no link a seguir:
Os detalhes das transações de Rodriguinho, desde a chegada até a saída do Corinthians
Recentemente, o jogador havia renovado contrato com o Corinthians, com substancial acréscimo de multa rescisória:
- R$ 40 milhões para negociações no Brasil;
- R$ 100 milhões em transações internacionais
Ou seja, bastaria os dirigentes alvinegros cumprirem as clausulas do documento para evitar a saída do atleta ou, pelo menos, receber dinheiro suficiente para reposição à altura.
Dois foram os motivos que levaram Andres Sanches à flexibilização do negócio (em desfavor do Timão):
- os comissionamentos e a pressão dos que queriam dividir a grana do negócio (entre os quais o próprio deputado);
- a possibilidade, por conta de R$ 3 milhões em salários atrasados (fruto da incompetência administrativa do clube), de Rodriguinho acionar a justiça e liberar-se sem que o Corinthians recebesse um tostão sequer.
Seja qual for o fator motivador mais relevante desta negociação, o Corinthians abriu mão de R$ 77,4 milhões, que, sem anuência dos dirigentes alvinegros, seriam a única maneira de tirar Rodriguinho à revelia do Parque São Jorge.