
“A coisa não é boa para ele, é excepcional. Mas um fato pesou muito para ele, o amor que ele tem pelo clube”
(ALEXANDRE MATTOS, executivo de futebol do Palmeiras, em entrevista coletiva)
Desde que assumiu a gestão de futebol do Palmeiras, não falha um ano sem que Alexandre Mattos supervalorize seus negócios com propostas inexistentes do mercado chinês.
A manobra já é tratada como esperada, e até engraçada, nos bastidores do clube.
É fácil enganar a imprensa, que repercute o que é falado, como na entrevista coletiva de ontem, sem exigir documentação ou comprovação de, no mínimo, algum contato ou sondagem dos asiáticos.
O torcedor fica apreensivo, quando se fala em saída de atletas ou “agradecido”, quando o “Super Diretor” vence os chineses com a imaginação, às custas, porém, do dinheiro alviverde, utilizado em contratações infladas pela suposta “concorrência”.
Os R$ 50 milhões propostos pelo Changchun Yatai a Dudu são tão verdadeiros quanto o amor que possui pelo Verdão.
Por menos, muito menos, o contrato, se verdadeiro, já estaria assinado, não apenas por desejo do atleta, mas, principalmente, porque seu empresário e o próprio Mattos, sempre atento aos comissionamentos, não são de jogar dinheiro (deles) fora.