
No último final de semana, os associados do Corinthians foram tomados de surpresa por suposta pesquisa eleitoral, nas dependências do clube, realizada por empresa ligada, segundo fontes, ao empresário Ricardo Maritan.
O próprio, em algumas conversas, revelou que o objetivo seria o de ouvir 600 sócios alvinegros.
A metodologia, porém, indicava mais um levantamento de dados privados sobre os votantes do que propriamente a intenção de saber a quem estariam apoiando.
Nome, endereço, telefone e até faixa salarial foram questionados.
Suspeita-se que Maritan estaria interessado em colher dados, para, talvez, repassá-los, não se sabe com quais argumentos, a candidato específico.
A “pesquisa”, porém, caiu por terra.
Além da pequena adesão, o fato da grande maioria dos ouvidos dentro do clube estarem ligados à gestão (com cargos, carteirinhas, etc), inviabiliza, por razões óbvias, a manifestação pública dos que, por ventura, desejem apoiar candidatos oposicionistas.
Maritan votou, na eleição passada, em Andres Sanches, tem frequentado reuniões na casa de Roque Citadini e conversado, também, com Romeu Tuma Jr.