
A diretoria do Fluminense, sob artifício de “preservar a temporada de 2017” decidiu dar férias antecipadas a 12 de seus jogadores, às vésperas da partida contra o Internacional, que pode decidir o rebaixamento da equipe gaucha à série B do Brasileirão.
Absolutamente indecente, sob qualquer avaliação.
Se nos últimos anos suspeitas de ações de bastidores do futebol pairam sobre a equipe (que passou a ser tratada pelos adversários como “tapetense”), desde a vergonhosa ascensão da Série C para a Série A do Brasileiro, decidida numa canetada, até a provável conivência com a parceira, Unimed, no que seria a compra da alma do presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, que culminou no rebaixamento da Lusa e consequente salvação dos cariocas, mais uma vez encontrar-se-a razões para desconfianças.
O Flu é enorme, porém, há anos, encontra-se gerido por pigmeus da moralidade, gente que não percebe o desserviço realizado à imagem do clube, ou, em percebendo, pouco da bola às consequências.