
Ontem, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello (aquele que dizia ser contra a CBF, mas beijou as mãos da entidade aceitando cargo na Copa América) prestou enorme serviço ao Vasco da Gama.
E repassou o feito a alguns colunistas mais próximos, como se fosse uma grande vitória.
O clube cruzmaltino estaria apalavrado com Leandro Damião, seguramente, ao lado de Alexandre Pato, dos piores custos-benefícios do futebol mundial.
Ganha muito mais do que vale, produz muito menos do que a mídia costuma, a serviço de seu empresário, sugerir.
Bandeira de Mello, com a ética que utilizou no episódio da CBF, encontrou-se com Modesto Roma Junior, presidente do Santos que teve as contas reprovadas pelo Conselho de seu próprio clube, e teria acertado o suposto “chapéu”, ou a aquisição do atacante.
Em se confirmando o acordo (com a assinatura do contrato), o Flamengo livrará o Vasco da Gama de um estorvo futebolístico, de rombo exorbitante do caixa, além de grande probabilidade de problema jurídico grave.