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Ontem, no estádio de Itaquera, as “organizadas” do Corinthians deram nova demonstração de subserviência à diretoria do clube, além doutros interesses mais, inconfessáveis.
Levaram as faixas de sempre “abaixo Rede Globo”, “ladrão de merendas”, entre outras, mas nenhuma menção à Operação “Lava-Jato”, da Polícia Federal, que, durante a semana, prendeu o vice-presidente do Corinthians, André Negão, tesoureiro do deputado federal Andres Sanches (PT), acusado de embolsar R$ 500 mil em propina da ODEBRECHT.
O silêncio acaba por enfraquecer o que era visto por alguns inocentes como engajamento político das referidas facções.
Trata-se, cada vez mais evidente, de manipular a massa de manobra, em favor de determinados grupos, todos ligados aos que, por anos, abasteceram os caixas de Gaviões, Camisa 12 e demais excrecências com o dinheiro da imoralidade (e também do clube).