Publicamos, ontem, detalhes sobre a “milagrosa” proposta de inserir R$ 120 milhões no Vasco da Gama, realizada pelo candidato Julio Brant, tratada como negócio “apenas” financeiro, mas que, na verdade, tem por trás interesses de empresários de futebol.
Candidato a presidente do Vasco promete “parceria” com Fundo ligado ao submundo do futebol
Mas, pior do que isso, é saber que o documento apresentado, sem a assinatura do presidente do Fundo, teve origem nas mãos do empresário Franck Assunção, conhecido por ter hábitos de falsário, tratado no meio do futebol como “Dick Vigarista”.
O mesmo que Roberto Dinamite tentou inserir no Vasco da Gama, tempos atrás, e que foi desmascarado em declarações de equipes europeias, que diziam desconhecê-lo, apesar do discurso ao contrário do “espertalhão”.
Razão pela qual, o tal “acordo” parece ser ainda mais complicado do que aparentava.
Em sendo verdadeiro, tem por trás agentes de jogadores, apesar de que, pelas razões citadas na matéria, não seria nada impossível que o documento apresentado, e divulgado, em meio a plumas e paetês, seja oriundo de falsificação.
Tudo é possível no criativo mundo de Assunção.
E não se trata de acusar Brant de possível crime, mas apenas da incapacidade de verificar o currículo de “parceiros” altamente “qualificados”, que o cercam, no criminoso sub-mundo do futebol.
