Em 24 de fevereiro de 1992, a então Secretária de Estado de Energia, Minas e Comunicações do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff, foi processada, junto com a construtora ENCOL, na 4ª Vara Civil de Porto Alegre.
O impetrante foi o Sr. Jefferson Aloisio, advogado, que pleiteava indenização de Cr$ 306 mil, em moeda da época.
Não há mais informações sobre o caso, apenas que, para evitar o julgamento, Dilma e ENCOL decidiram fazer acordo com a vítima, homologado no dia 04 de agosto de 1992.
Causa estranheza, porém, não apenas a falta de dados sobre o andamento processual – quase nenhuma – no sistema judicial gaúcho, mas também nenhuma divulgação do caso, seja pela imprensa local ou outro órgão de comunicação nacional.
Para refrescar a memória dos mais antigos, e informar os novos eleitores, a ENCOL era uma espécie de ODEBRECHT dos anos 90, mas faliu após a constatação de práticas fraudulentas que levaram o presidente da empresa, e seus dirigentes, a cadeia.
O que, por si, torna a colocação de “ré” da agora presidente Dilma Rousseff, num processo em conjunto com a construtora, absolutamente suspeita e inadequada.
Faz-se necessário, até para que não pairem dúvidas sobre a conduta da petista, o esclarecimento sobre o teor do processo nº 10510814054, que, a princípio, pela movimentação de “acordo”, indica culpabilidade dos réus.
É preciso expor à população brasileira, também, quais ligações existiam entre Dilma Rousseff (PT) e a ENCOL para que ambos figurassem, conjuntamente, em desconfortável posição judicial.
Procuramos os Sr. Jefferson Aloisio no intuito de esclarecer o teor da contenda, mas conseguimos falar apenas com um de seus parentes, que pediu sigilo na identificação, e respondeu:
“Não queremos falar sobre esse assunto. O acordo foi cumprido e, para nós, não há mais o que ser tratado. Não queremos encrenca com a presidente da República.”.
SAIBA MAIS SOBRE A ENCOL E SUAS FALCATRUAS
http://www.ibgt.com.br/blog/2013/03/encol-licao-que-nao-se-deve-esquecer-veja-1997/
EM TEMPO: a foto que ilustra a matéria faz parte duma reportagem do jornalista POLÍBIO BRAGA, radicado no Rio Grande do Sul, dando conta de que, em 1991, mesmo período em que Dilma Rousseff ocupava o cargo no Governo Gaúcho, e era processada junto com a ENCOL, esteve envolvida noutra irregularidade, enquanto presidente da FEE.
Mais detalhes você confere no link abaixo:
http://polibiobraga.blogspot.com.br/2014/10/dilma-nao-trabalhou-em-25-dos-30-anos.html




