Assim que o Brasil foi definido como sede da Copa do Mundo de 2014, dissemos, claramente, aliás, era até óbvio, que todas as obras sofreriam atrasos propositais, para que licitações fossem dispensadas, e os bolsos dos que já lucram demasiadamente fossem preenchidos ainda mais.
Não deu outra.
O que se vê na Arena do Atlético/PR, além de indecente, é clara manifestação de chantagistas, gente que fez de tudo para que a dificuldade fosse maior do que a realidade, com a finalidade de se locupletar de dinheiro público.
Noutros locais também, como no “Fielzão”, em que se bate cabeça, até hoje, para ver quem arcará com as arquibancadas provisórias.
O Corinthians afirmou ser o Governo, que diz ser a AMBEV, que respondeu ao jornalista Wanderley Nogueira, estar procurando investidores… e por ai vai.
No fim, a bandidagem, sabedora de que o vexame terá que ser evitado antes do apito inicial do torneio, tem a garantia de que, na última hora, é dos cofres públicos – sem concorrência – que o socorro virá.
