Enquanto José Maria Marin, presidente da CBF, continuar acreditando que agradar a Lula é o melhor caminho, sua gestão na entidade corre sérios riscos.
Ricardo Teixeira, amigo do ex-presidente, que o diga.
Por diversas vezes utilizou-se de Lula na tentativa de aproximação com Dilma Rousseff.
Não só fracassou como teve que fugir do País, ilhado politicamente que ficou após a presidenta recusar os desejos de aproximação da CBF com o Governo, intermediados pelo então amigo íntimo do Imperador.
A única chance de Marin permanecer no cargo e não ter problemas futuramente é, de fato, se encontrar com Dilma Rousseff.
E o “salvo-conduto”, certamente, não passa na proteção de Andres e Manos da vida, a pretexto de agradar um ex-presidente que já demonstrou não ter ingerência nas decisões, pelo menos no que tange ao futebol, da atual mandatária.
Marco Polo Del Nero, vice de Marin, já percebeu, e não esconde de ninguém o desejo de mudar a estratégia de aproximação com o Planalto, além de extirpar da CBF os que acreditam estar protegidos pelo ex-presidente da República.