Na tarde de ontem o PIU (Partido da Igreja Universal) sofreu um duro golpe quando um de seus líderes, Paulo Henrique Amorim, precisou se ajoelhar “juridicamente” perante o jornalista Heraldo Pereira, da Rede Globo.
Não deve ser fácil para alguém que se considera, segundo dá a entender seu discurso, de uma “raça superior” ter que se retratar por um pensamento que deve nortear sua vida.
Sim, porque se para PHA o termo “negro de alma branca” é considerado elogio (foi o que argumentou perante o juíz), nós, pessoas comuns, o consideramos extremamente ofensivo.
Tomara seu mentor máximo, Edir Macedo, aquele a quem beijou as mãos em recente entrevista, lhe ajude, de alguma maneira, a pagar os R$ 30 mil devidos e fixados pela justiça como uma das condições para que não fosse condenado criminalmente.
Porque as doloridas retratações a serem feitas, embora não prejudiquem seu bolso, deixarão uma marca permanente em sua já combalida credibilidade.
