A provável queda de Ricardo Teixeira, anunciada para os próximos dias, deve, e muito, ser comemorada.
Símbolo de ditadura e corrupção, não deixará saudades.
Muito provavelmente, do sonho de ser presidente da FIFA, o genro do “homem” terá que se contentar com o estratégico “ostracismo”, já utilizado pelo semelhante Eduardo José Farah, de triste lembrança para o futebol de São Paulo.
Porém, apesar da alegria se, de fato, a queda se consumar, logo na sequência, demonstrando o quanto a gestão de nosso futebol está doente, teremos motivos fortes para nos preocupar.
Seus sucessores diretos, José Maria Marin – homem de Paulo Maluf – e Fernando Sarney – com sobrenome que dispensa apresentações, dão a tônica do que ainda está por vir.
E, para “assessorá-los”, temos ainda Andres Sanchez e, provavelmente, Marco Polo Del Nero, que já manobra nos bastidores pela “boquinha”.
Não tem jeito.
Se o Governo não interferir de alguma maneira, o sistema corrompido do futebol trocará os corruptos, mas não permitirá o fim da corrupção.
