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“Obsessivo” jogo (sujo) do poder

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Durante todo o dia de ontem, um dos assuntos mais falados nas redes sociais foi o suposto desmerecimento do candidato a presidente do Corinthians, Paulo Garcia, ao título mundial de 2000.

Fato desmentido pelo próprio, em entrevista ao LANCE, e que, a imprensa tratou com o entendimento que lhe foi mais conveniente.

Porém, no mesmo dia, fatos muito mais graves ocorreram, recebendo tratamento da mídia como se fossem coisas normais, corriqueiras.

A utilização de espaços oficiais do Corinthians, custeados com dinheiro dos associados, para realizar campanha explícita de um candidato.

Primeiro tivemos a abertura do sinal da “TV Corinthians”, na internet, apenas uma semana antes do pleito.

Por fim, bem mais grave, uma carta publicada pelo diretor jurídico do clube, Sergio Alvarenga, no site oficial, tratando não apenas de distorcer ainda mais as declarações do adversário, além de, sem o menor pudor, finalizar seu texto com uma campanha notória ao situacionista Mario Gobbi.

Que Alvarenga não é lá flor que se cheire até as árvores do Parque São Jorge estão cansadas de saber, mas utilizar-se de espaço do clube para faltar com a verdade e ainda sugestionar votos de associados passam de todos os limites éticos e morais.

Embora, pelo que se viu nos últimos anos, não apenas dele, mas também de seu grupo, fechando os olhos – para ser econômico no comentário – aos descalabros cometidos por Andres Sanchez, não é de causar surpresa atitudes dessa estirpe.

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