
O boato, até então, de que Ronaldinho Gaucho pode jogar a Libertadores pelo Corinthians demonstra claramente que as lições anteriores não foram aprendidas.
Se Ronaldo “Fenômeno” serviu para alavancar uma eleição de Andres Sanchez, e, por sorte, jogou seis meses de futebol nos três anos em que permaneceu no clube, em contrapartida ajudou a afundar o sonho de Libertadores, com rendimento pífio frente a adversários inexpressivos.
Nem dinheiro trouxe ao clube, já que 80% do que previam os recebimentos dos contratos de patrocínio terminavam, de fato, em sua conta bancária.
Temos também o recente caso de Adriano, que até o momento trouxe muito mais problemas do que soluções, a custo de R$ 500 mil mensais.
E, para piorar, foi mantido no elenco para 2012.
Trazer Ronaldinho Gaucho, que, como Adriano, não joga futebol há anos – exceção feita à abortiva partida da Vila Belmiro – além de não mostrar comprometimento sequer quando veste a camisa da Seleção Brasileira tem um objetivo bem claro, e nada tem a ver com reforçar a equipe.
Faltando menos de um mês para as eleições, tenta-se repetir o mesmo ato do último pleito, trazendo-se um nome do passado, ídolo nacional, para que o marketing faça a lavagem cerebral necessária naqueles que acreditam em Papai Noel.