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Fez muito bem a direção do Santos em não entrar no leilão pelos 10% dos direitos federativos de Paulo Henrique Ganso.
Se antes o jogador era uma promessa, hoje, na verdade, gera muitas dúvidas.
Não de sua capacidade técnica, comprovada, mas de sua postura como jogador decisivo, fundamental para um investimento de tamanho porte.
Além disso, suas últimas atitudes demonstram subserviência e falta de comando sobre a própria vida, traço característico dos que não possuem personalidade.
Fator que põe em dúvida se, de fato, o valor que se pede por ele, faz realmente justiça ao conjunto de sua obra.
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