
Pouco tem se falado da imoral “caixinha” de R$ 20 milhões, aceita pelos presidentes de Corinthians e Flamengo para “ajudar” a Rede Globo na manutenção dos direitos de transmissão do Brasileirão.
Dinheiro utilizado para prejudicar não apenas outros clubes, que poderiam ter conseguido contratos melhores em suas negociações, mas os próprios, que tinham em mãos ofertas maiores da emissora concorrente.
Discute-se menos ainda se, de fato, estes valores entraram no caixa dos respectivos clubes.
Tudo indica que não.
Até porque, como seriam discriminados, se há um contrato em vigor, com valores reais, provavelmente os que devem ser indicados no balanço ?
Investigações precisam ser feitas pelos conselheiros para que possamos saber se a “caixinha” não se transformou em “taxinha”, beneficiando apenas os bolsos de Andres Sanchez e Patrícia Amorim.
O corinthiano é amplamente conhecido por esses hábitos.
Com relação a presidenta do Mengão, o simples fato de fechar os olhos para as escancaradas negociatas de Luxemburgo a qualificam para qualquer negociação financeira obscura.