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Encontro com Joaquim Grava

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Há poucos dias, por coincidência, encontrei-me com o médico Joaquim Grava, do Corinthians, num local em que pessoas equilibradas costumam manter a compostura.

Visivelmente alterado, Grava questionou-me: “É você que diz que sou alcoólatra ?”

Respondi, com certa dose de ironia: “Eu e a Gaviões”.

“Por quê ?”, questionou o doutor.

“Preciso responder ?”, devolvi.

Grava, com tom de voz mais alto, emendou: “Você é mau caráter”.

“Engraçado, é a mesma avaliação que tenho do senhor”, retruquei.

Grava saiu de lado, gritou mais alguns impropérios, antes de ser repreendido por minha fala, até para que percebesse estar num local em que o respeito deveria ser a tônica:

“Joaquim, aqui não é lugar para isso… outro dia continuamos o bate-papo… tenha respeito pela ocasião”

Não teve.

Foi embora, soltando farpas, sempre num tom acima do normal, quem sabe, em busca de um calmante “on the rocks” para aliviar a tensão do momento.

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