O Santos terá a grande oportunidade, nas próximas eleições, de extirpar a ditadura comandada por Marcelo Teixeira de suas entranhas.
Resultados pífios e uma inexplicável “parceria” com V(W)anderlei(y) Luxemburgo são verdadeiros símbolos desta gestão.
Mas a oposição do clube, se realmente quiser demonstrar o desejo de mudanças, não pode, sob hipótese alguma, aceitar a sugestão de unir-se a uma gestão compartilhada com a atual diretoria.
Mesmo que isso possa, eventualmente, transformar-se em derrota nas urnas.
Assim como aconteceu no Corinthians, em que dirigentes foram convidados a participar da gestão de Andres Sanchez, em troca de uma possível retirada de candidatura, mas recusaram, mesmo sabedores das dificuldades que enfrentariam nas urnas, para não emporcalharem o nome e seus ideais, unindo-se aos que chafurdam na lama da corrupção.
Os oposicionistas do Peixe tem que pensar que juntar-se a Teixeira em nada melhorará a tão sofrida vida do Peixe, apenas os colocará em um caminho conhecido de favorecimentos e pouca transparência.
Há apenas uma opção a ser seguida.
Rompimento e mudança.
