“Toda semana, um grande amigo em SP, que está processando esse Senhor, me pede para eu entrar também no processo, para encorpá-lo. Tenho acompanhado, por esse amigo, o andamento desse processo. Sempre me neguei a perder tempo com isso, apesar de receber informações sobre os escritos dessa pessoa. Não leio seu blog, por princípio.”
“Sei dos seus métodos, sei dos seus costumes, sei dos seus “arranjos” pessoais. Não me incomodam, creia. Mas não consigo compreender como um jornalista se presta a tais “coisas”.”
“ Nunca fui subserviente a ninguém, muito menos jornalistas”
“Não vivo pendurado moralmente e financeiramente a nenhum dirigente esportivo”
Desculpe me alongar. Além disso, só pessoalmente, posso te contar mais.
Os trechos acima foram retirados de um e-mail enviado pelo Dr. MENTIRA a um de meus leitores.
Precisamos, é claro, traduzi-lo, e reconduzi-lo à verdade.
O grande amigo dele, na verdade, são vários amigos.
Mentiroso Nato, a quem ele disse não suportar, no mesmo encontro em que chamou o presidente do Corinthians de ladrão, mas a quem beija as mãos, semanalmente, desesperado por emprego, pode ser um deles.
Quando fala de arranjos pessoais, além de não ter a menor noção do que diz, servindo de papagaio para aqueles que lhe pagam para serem defendidos em rede nacional, custe o que custar, evidente que Dr. MENTIRA faz, o que consideramos no meio da psicologia, como auto-projeção.
Ao servir de caixa de ressonância para mais uma mentira, insinuando que sou subserviente a um jornalista que um dia lhe salvou a carreira, Dr. MENTIRA, demonstra, novamente, toda a sua falta de caráter.
Na frente deste jornalista, em encontro do qual fui testemunha, ficou com o enorme rabo preso, no meio de suas pernas, quando foi duramente repreendido, com verdade, por sua subserviência aos Mentirosos Natos.
Sua esposa, uma mulher de bem, deu razão ao jornalista que ele insiste em difamar.
Quanto ao fato de insinuar que vivo pendurado moralmente e financeiramente a um dirigente esportivo, Dr. MENTIRA, continua mentindo, e se auto-projetando.
Todos sabem o quanto custou para ele, moralmente falando, ter seu nome colocado em um Centro de Treinamento, pelo dirigente que chamou de ladrão.
Nunca mais ousou criticá-lo.
E o defende, agora, como se fosse o mais honesto homem da face da Terra.
Dr. MENTIRA termina, com a falta de coragem habitual, dizendo que prefere falar “mais” apenas pessoalmente, receoso de que suas falácias possam ser desmascaradas, se pararem nas mãos erradas.
Neste caso, como podemos notar, ele tinha razão.