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Mutirão contra o roubo Olímpico

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A imprensa, e os órgãos internacionais, vêm sendo enganados pelo Ministério do Esporte e também pelo COB, com relatórios fantasiosos e desprovidos de verdade.

Além disso, dirigentes e jornalistas sérios do País estão sendo difamados, na tentativa de desqualificar a verdadeira informação, de que o Rio de Janeiro é, disparado, a pior candidatura aos Jogos olímpicos de 2016.

Carlos Nuzman e Orlando Silva Junior lutam para que mais uma fonte de locupletação seja instituída oficialmente no Brasil.

Eles não se contentam apenas com a Copa do Mundo.

Caros jornalistas, vocês têm a obrigação de trabalhar a favor do bem público.

Temos que trabalhar contra esta imoralidade.

Entrem em contato com órgãos de imprensa, e colaboradores do exterior, contando a verdade dos fatos.

O mundo não pode ser enganado por abutres do dinheiro público.

Façam a sua parte.

Alberto Murray Neto, ,membro do COB, indignado com a situação, é um dos que está fazendo a dele.

Confira abaixo.

Por ALBERTO MURRAY NETO

Hoje recebi um e-mail, do exterior, com considerações feita pelo Co-Rio, a meu respeito. Uma vez que minha oposição ao Comitê Olímpico Brasileiro tem ecoado fortemente no exterior, o CO-Rio está lançando mão de inverdades para tentar desacreditar minha opinião. O Co-Rio afirma que minha oposição se dá por razões pessoais (sem explicar quais) e pelo fato de eu não ter sido reeleito para novo mandato no COB. Isso é incorreto e já publiquei, no exterior, uma nota contestando as alegações do Co-Rio.

Vejamos:

– No meio do mandato anterior, já manifestei-me contrário aos Jogos Olímpicos no Brasil, fosse Rio de Janeiro, São Paulo, Cuiabá, ou Paragominas. Sou contra os Jogos no Brasil. Isso está publicado em notas do Painel FC, no Jornal Folha de São Paulo;

– Durante a preparação dos Jogos Pan Americanos, dei uma entrevista ao Diário Lance, criticando severamente a organização e o super faturamento;

– Fui alertado, por gente muito próxima ao Governo Federal, de que várias coisas andavam erradas no Movimento Olímpico brasileiro e que esse seria o próximo grande escândalo nacional. Dessa forma, fui aconselhado a não assinar nada, a não compactuar com nada que pudesse emanar da gestão. Por essa razão, deixei de frequentar o Comitê Olímpico Brasileiro nos dois últimos mêses do mandato. Após o alerta, para não correr riscos jurídicos, nunca mais pus os pés no Comitê Olímpico Brasileiro.

– No último dia dos Jogos Pan Americanos, escrevi Artigo no Jornal Folha de São Paulo combatendo a pretensão brasileira de sediar Jogos Olímpicos e manifestando absoluto descontentamento com a admnistração daquele Comitê.

– Também ainda na gestão anterior, criei um Blog Olímpico, abertamente de oposição ao Comitê Olímpico Brasileiro.

– Igualmente, dei palestras e entrevistas, que tiveram boa repercussão, em vários órgãos de imprensa.

Assim, fica comprovado que:

– minha oposição ao Comitê Olímpico Brasileiro é muito anterior à “reeleição” da atual chapa; e

– por não haver espaço para oposição e democracia no seio do Comitê Olímpico Brasileiro, simplesmente excluiram-me da chapa. Queriam somente “cordeiros”, coisa que me recuso a ser.

Ademais, para mim, que não tiro o meu sustento do esporte, em nada me afeta não ser membro do Comitê Olímpico Brasileiro. Sou advogado militante. Não tenho agências de marketing esportivo, não represento corretora de seguros, não tenho qualquer vínculo com agências de viagens, não tenho empresas de cunhagem de medalhas, não tenho empresa que vende e distribui bilhetes de atividades esportivas.

Quando falo que não vivo do esporte, quero dizer dessa gente que, para tirar o seu sustento, gravita em torno de onde está o dinheiro para daí tirar o seu sustento. Como aconselharam-me, até melhor que seja que minha relação com essa indigitada agremiação, seja apenas essa, de criticá-los.

Obrigado, Amigos e vamos em frente na luta pela moralização e ética do País.

Abraços Olímpicos.

Alberto Murray Neto.

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