Muito estranho o caso do associado do Palmeiras, João Carlos Mansur, que teria direito a receber R$ 2,4 milhões sem que nenhum contrato estivesse assinado.
Fala-se no Parque Antártica em comissão pela intermediação do contrato com a WTORRE.
Tudo indica que dirigentes do clube fariam parte da partilha.
Sempre desconfiei de negócios em que essa empresa, dirigida por um aventureiro sem credibilidade, esteja envolvida.
Belluzzo precisa urgentemente rever os termos do acordo e punir os responsáveis por esse evidente desfalque aos cofres do clube.
Por sinal, um pagamento de comissão que gera dúvidas até se realmente o Palmeiras teria sido beneficiado no acordo.
Por esse valor, pago de maneira mascarada pelo clube, para dirigentes de pouca honestidade, fica fácil compreender a maneira com que a WTORRE conduziu a negociação.
Com o Corinthians a situação foi semelhante.
O contrato era ruim para o clube.
A empresa se encostou em Edgard Soares, o dirigente menos honesto do Parque São Jorge.
Não contava com a rejeição que ele possuía dentro do próprio clube.
Por isso o negócio não foi para frente.
É bom o novo mandatário do Palmeiras abrir o olho.
Deve haver muita sujeira embaixo do tapete.
E vários “Edgard Soares” para serem desmascarados.