Carlos Eugênio Simon foi escolhido, pela terceira vez consecutiva, como o árbitro brasileiro que irá apitar na Copa do Mundo.
A decisão é profundamente lamentável.
Ele é um árbitro cercado de erros e decisões suspeitas em partidas decisivas.
A decisão política da FIFA, em conjunto com a CBF, demonstra que o árbitro que intenciona galgar degraus maiores na carreira tem que se submeter a situações pouco transparentes e fazer parte de rodas de politicagem interna em todos os setores que cercam o poder no futebol.
Aquele que arbitra de maneira independente e com critérios definidos é colocado à margem das melhores decisões.
É por isso que o quadro de árbitros brasileiro é tão ruim.
Simon apitando três Copas do Mundo é um exemplo ruim para toda a arbitragem que percebem nessa decisão a necessidade de se adequarem ao sistema viciado de seus departamentos.
O resultado final é cada vez mais árbitros covardes e submissos ao poder corrompido.
Uma bola de neve que parece não ter fim.