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A gratidão de Aloísio

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“Não vou chorar, não (risos). Eu vivi três anos neste clube e tenho de agradecer ao presidente, à diretoria e à comissão, principalmente ao Muricy, que não foi só um treinador, mas um pai para mim (emocionado, o jogador segura o choro). Ele sempre conversava comigo e agradeço muito o que fez por mim. Quando perdemos a Libertadores para o Grêmio, muitos queriam mandar embora eu, o Souza e o Leandro. Mas ele me bancou e fomos campeões brasileiros.”

 

“Quero agradecer grupo pela homenagem a mim (Rogério entrou em campo com a camisa dele no clássico contra o Santos). Falei para o patrão (Rogério Ceni) que fiquei feliz em ter jogado com um dos melhores goleiros do mundo. Deixava de chutar para dar aquela caidinha para ele cobrar falta. A melhor memória que vou levar foi do Mundial. O Mineiro fez gol e ele fez defesas que jamais vi na vida.”

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