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O Tricolor e a vitória

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Por Alberto Helena Junior

http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/opiniao/alberto_helena_jr/
É o que antigamente se chamava de placar clássico: 3 a 1. Mas, esse placar impingido pelo São Paulo sobre o Sertãozinho nada teve de clássico. Ao contrário do que sugere, foi arrancado a fórceps, no fase final, depois de um primeiro tempo simplesmente exasperante.
O São Paulo, com seus três zagueiros de ofício, dois volantes de contenção e três atacantes, não conseguia dar três passes em sequência. E só aos 23 minutos, numa descaída de Rafael para o meio, seguida de disparo mal aparado pelo goleiro, Borges entrou em cena para abrir o placar, que ele mesmo ampliou aos 16 do segundo tempo, em bela enfiada de Adriano.
Só a partir daí o Tricolor jogou um pouco de bola, o que culminou com o gol de cabeça de Adriano, em passe de Dagoberto.
Geílson haveria de reduzir aos 29, de cabeça, mas a coisa toda se resumiu a isso mesmo, o que, se não agrada o olhar mais exigente, praticamente sedimenta o São Paulo no grupo dos quatro que irão às semifinais do Paulistão.
É esse pouco-muito que caracteriza esta quadra do futebol paulista.

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