Ícone do site

Nenê sem Posto no Corinthians

Anúncios

 

O que era óbvio aconteceu no Corinthians: quase uma repetição do passado, com o pedido de demissão de Nenê do Posto da diretoria de futebol amador do clube.

Assim como na primeira gestão de Andrés Sanchez, quando assumiu a diretoria de futebol profissional, e agora, na de Osmar Stabile, o cartola foi chamado aos cargos apenas pelos votos que poderia agregar nas eleições.

Com o tempo, seria — como foi — fritado pelos mandatários.

Em ambos os casos, apesar da óbvia previsão, a vaidade levou o conselheiro a assumir riscos que, novamente, tornaram-se realidade.

Isso não significa que se tratasse de profissional qualificado.

Nenê representava o atraso diante da necessidade de atuação em ambiente profissionalizado.

Entre outras coisas, seguia recebendo, no departamento, intermediários que circulam pelo clube há décadas, como André Campoy e outros estrupícios.

Sua queda, porém, não se deu por isso.

O cartola se indignou quando, apesar de superior hierárquico, passou a ser, na prática, subalterno do executivo contratado.

Por isso, culpou Fran Papaiodanou — que indicou ambos aos cargos.

Não por acaso, saiu insinuando interferência.

Pelos cantos, diz que Fran aplicou-lhe ‘rasteira’ por não aceitar sua ingerência — o que o conselheiro nega a quem o questiona sobre o assunto.

Objetivamente, Stabile o demitiu publicamente ao postar foto de reunião, na sala da presidência, com os executivos do futebol profissional e da base, sem a presença de Nenê — que sequer foi convidado.

Facebook Comments
Sair da versão mobile