Ontem, o maçom e policial Orlando Rollo promoveu uma festança no salão nobre do Santos, apesar de ter sido expulso do clube há alguns anos — evidentemente, não por ações nobres.
Estiveram presentes conselheiros alvinegros, políticos locais e personagens habituais do entorno do cartola.
Rollo foi preso recentemente sob acusação de extorsão contra traficantes internacionais, tendo sido libertado apenas porque a operação policial utilizou um grampo não autorizado pela Justiça.
É a ausência absoluta de vergonha.
Especialmente por parte do presidente Marcelo Teixeira, que aparenta dever favores ao amigo, a ponto de, dias atrás, ter permitido que Rollo chefiassse a delegação de jogadores — o que, por óbvio, configura uma temeridade.
O futuro do Santos segue obstado por um passado triste e obscuro do qual o clube parece não conseguir se livrar.
