
Desde que as câmeras da Smart Sampa foram implementadas na Arena do Corinthians, a cada partida entre cinco e dez torcedores são presos, identificados pelo sistema.
Não é irrelevante.
Em 2026, o clube pretende adotar o mesmo monitoramento no Parque São Jorge.
Ou pretendia, a depender do desfecho da história.
Há pressão para que isso não ocorra.
Estes acreditam que o clube passará a protagonizar sucessivos vexames.
Não são poucos os procurados que circulam pela sede social, entre associados, conselheiros e torcedores — principalmente os chamados “organizados”.
Alguns por razões tratadas como menos graves, como dívidas de pensão alimentícia; outros, como se verificou no recente indiciamento criminal do ex-presidente Augusto Melo, ligados ao crime organizado.
Como Stabile sairá desse problema é, por ora, uma incógnita.