
Somente o vídeo de Cristiano Sevieri, em meio a diversas imagens que abasteceram o VAR, conseguiu flagrar a irregularidade no lance do gol decisivo de Memphis Depay, que resultou na vitória do Corinthians sobre o Cruzeiro, na primeira partida da final da Copa do Brasil.
Antes de prosseguir no comentário, é necessário destacar: tratava-se de um lance de difícil visualização, o que inocenta a arbitragem de campo.
Também não cabe culpa aos árbitros de vídeo, que trabalharam exclusivamente com o material que lhes foi disponibilizado.
Foi uma espécie de “ponto cego”.
Acontece.
A CBF, habituada a mentir, em vez de, humildemente, relatar o ocorrido da forma como acabamos de expor, inventou que o vídeo que desmascarava a irregularidade seria fruto de inteligência artificial.
Por óbvio, foi desmentida — com provas — pelo próprio autor.
Como toda entidade reconhecida por práticas mafiosas, a Casa Bandida retaliou.
Sevieri teve seu credenciamento negado para o jogo de volta, disputado ontem, na Arena de Itaquera.
Coisa de bandidos.
Urge que os órgãos de imprensa se manifestem duramente contra este ato de censura promovido pela CBF.