
“O bom árbitro de futebol é aquele que a galera mal vê em campo e o ruim é aquele que não quer ver”
José Coutinho: Pensador
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Disputa integrante da 23ª Rodada da Série A do Brasileirão 2025 – Dia 15/09
Bahia 1 x 2 Cruzeiro
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
VAR
Thiago Duarte Peixoto (SP)
Item Técnico
Desempenho aceitável do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor da Boa Terra – 03 para Azuis e Branco
Terça-Feira 17/09 – partida adiada da 12ª Rodada
Botafogo-RJ 3 x 3 Mirassol
Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos (BA)
VAR
Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Item Técnico
Por volta do 41º minuto da etapa final placar apontava 3×3, aconteceu a falta favorável ao Mirassol
No
Momento em que a redonda foi tocada, defensor botafoguense Cuiabano dentro e próximo do bico da área grande, cometeu falta penal em um dos oponentes, com bola saindo pela linha do fundo, lado esquerdo do goleiro, e direito do ataque
VAR
Opinou que assoprador do apito revesse o lance no monitor
Ali
Estando, viu que ocorreu a penalidade máxima, ao mesmo tempo, que um atacante estava no meio da área
Não
Deu outra! Na cara dura, erguendo o braço direito, deixou de respeitar a lei do jogo, prejudicou a equipe do interior paulista, determinando o inexistente impedimento.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para Estrelas Solitárias – 01 Leão Caipira
Copa Libertadores da América 2025 – Quinta Feira 18/09
Flamengo 2 x 1 Estudiantes de La Plata (ARG)
Árbitro: Andres Rojas (FIFA-COL)
VAR
Nicolás Gallo (FIFA-COL)
Item Técnico
01 – Próximo do fim da primeira etapa, o frouxíssimo gringo e assoprador de apito, deixou de marcar falta penal favorável a equipe carioca, no instante em que o atacante Lino camisa 16, teve o tornozelo tocado sutilmente pelo oponente camisa 21
02 – Perto do fato, inverteu a falta sofrida pelo carioca Plata derivada de um oponente: pra completar: tirou o amarelo do bolso para advertir Plata com o segundo, seguido do vermelho.
Conclusão
O que prende este assoprador no quadro FIFA/CONMEBOL?
Item Disciplinar
Cartão Amarelo para os flamenguistas: Samuel Lino, Saúl, Plata, Bruno Henrique – Facundo Farías, Núñez, defensores da equipe platense
Vermelho: pelo segundo amarelo ao flamenguista Plata
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Coluna em Vídeo
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos que representa.
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Política
No Brasil, democracia sempre morre na praia de um acordão

A psicanálise ensina que uma das dificuldades para obter a cura da neurose é o fato de que o neurótico costuma cultivar o mal que o aflige. A democracia brasileira se comporta como um neurótico típico. Disfuncional, o regime democrático age como se não sofresse com a perturbação que o atormenta. Ao contrário, apaixona-se por ela. Essa paixão é estampada em sucessivos acordos que, a pretexto de curar, prolongam a neura nacional.
Imaginava-se que o Brasil se imunizaria contra o retrocesso quando o então senador Romero Jucá, vírus político da cepa do centrão, declarou, numa conversa vadia, que a oligarquia política precisava costurar um grande acordo para “estancar a sangria” provocada pela cruzada anticorrupção. “Com o Supremo, com tudo”, disse Jucá, em 2016, sem saber que estava sendo gravado por um delator. Decorridos apenas nove anos, verifica-se que “efeito Jucá” prevaleceu
Consolidou-se no Brasil o processo de restauração perpétua da neurose. Arma-se um novo acordo. Foi chamado por Michel Temer, amigo e correligionário de Jucá, de “pacto republicano”. Coisa a ser costurada “de comum acordo com o Supremo e com o Executivo”. O novo objetivo é estancar a sangria do golpismo por meio de um projeto de anistia, rebatizado de projeto de dosimetria. Comtempla a redução das penas previstas numa lei sancionada em 2021, sob Bolsonaro, um dos condenados.
O acordão que desossou o combate à corrupção, antevisto por Jucá, resultou na institucionalização da malversação de verbas públicas. Elas agora vazam impunes, em catadupas, por meio de emendas parlamentares. Alega-se que a redução das penas da lei que pune os crimes contra a democracia produzirá uma ansiada “pacificação” política. Conversa mole.
Se fosse verdade, o ativista de extrema-direita Charlie Kirk não teria sido assassinado nos Estados Unidos, pois Donald Trump, logo que retornou à Casa Branca, anistiou todos os condenados pela invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021. Aqui, como lá, o mais provável é que a atenuação das penas sirva de estímulo à perversão antidemocrática. De acordão em acordão, a democracia brasileira parece condenada a morrer na praia de suas neuroses.
Josias de Souza: Colunista do UOL publicado no UOL dia 19/09/2025 às 17h20
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Jair recebeu em suas contas 30 milhões de reais em um ano. Se o golpe não deu certo, pelo menos deu lucro”
Carlos Castelo é cronista, escrevinhador e sócio-fundador do grupo de humor Língua de Trapo
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SP- 20/09/2025