
O Conselho Técnico da CBF, na verdade um colegiado dos clubes que disputam as Séries mais relevantes do futebol brasileiro, praticamente decidiu alterar o número de equipes rebaixadas nos campeonatos (de quatro para três) e a diminuição da participação de estrangeiros nas equipes (de nove para seis).
Elas ocorreriam, porém, apenas em 2027.
Talvez fora do controle da Casa Bandida, porque Libra e LFU trabalham para aparar arestas e passarem a organizar o Brasileirão a partir deste período.
Seriam três mudanças interessantes.
A do número de rebaixados fica no meio termo entre o excesso (quatro equipes) e o que seria ideal (dois times), adotado na maioria dos campeonatos mundo afora.
Urge a redução de jogadores do exterior no Brasil.
Desde que as categorias de base tornaram-se balcões de negócios, o futebol nacional não parou mais de decair; com o advento da importação de pé de obra, a situação piorou ainda mais.
Seis é ainda é muito; talvez três seria uma conta razoável.
Por fim, ainda que a cartolagem dos clubes não seja confiável, retirar o Brasileiro do controle da CBF seria, ao menos, a possibilidade de mudar algo que estacionou ao longo de décadas.
Há potencial, e dinheiro circulando, para que o Brasil consiga realizar a sua versão de Ligas importantes da Europa.
O Campeonato Inglês era inferior ao nosso antes da modernização.
Hoje é a melhor Liga do planeta.