
O Flamengo, que sonhava com o Bi-Mundial, passou vergonha e foi eliminado, nas semifinais, pelo Al-Hilal, com direito a ser colocado na roda aos gritos de ‘olé’.
Três a dois.
Humilhação a ser colocada na conta de Rodolfo Landim, responsável por trazer ao clube o farsante Vitor Pereira.
Nem bem começou o jogo e, aos 02 minutos, Matheuzinho, após perder o tempo de bola, cometeu pênalti em Vietto.
Salem Al-Dawsari, aos 03, bateu forte, no canto direito, e abriu o marcador.
Assustado, o Flamengo tentava encorpar na partida quando, aos 08, Pedro pegou bola passada por Matheuzinho, de primeira, e marcou belo gol.
O empate dava a impressão que a virada não tardaria, mas o rubronegro, confuso, apesar de dominar a posse de bola, quase não criava oportunidades.
No sexto minuto de acréscimo, Gerson, meio sem querer, pisou no tornozelo de Vietto, dentro da área, e o VAR ajudou o árbitro a assinalar a penalidade.
Para piorar, o meia, que havia recebido cartão amarelo por simulação, foi apenado com o segundo e, consequentemente, expulso do jogo.
Novamente Salem Al-Dawsari bateu e converteu.
O Al-Hilal foi para o intervalo com dois a um no placar e um jogador a mais dentro de campo.
Na virada, o Flamengo retornou com Fabrício Bruno no lugar de Léo Pereira, machucado, e Erick Pulgar na vaga de Arrascaeta, em decisão absurda de Vitor Pereira.
Os brasileiros iniciaram pressionando, mas esbarravam na forte marcação adversária.
O Al-Hilal esbanjava tática e posse de bola; o Mengão era um catadão de bons jogadores sem saber direito o que fazer.
Aos 58, num dos contragolpes perigosos dos árabes, Marega fez grande jogada pela esquerda e rolou para Khalifah, que acertou o travessão.
No desespero, o Flamengo errava passes fáceis e o jogo se complicava.
Vitor Pereira, aos 68, retirou Everton Ribeiro e colocou Cebolinha, para desespero da torcida rubronegra.
No minuto seguinte, Marega, o melhor em campo, puxou contragolpe que terminou nos pés de Vietto, que não perdoou.
Três a um Al-Hilal.
Sem seus principais jogadores, o Flamengo foi colocado na roda e os torcedores gritavam ‘olé’.
Um vexame no melhor estilo dos times treinados por Vitor Pereira.
Que o diga o 1860 München, a quem VP rebaixou para a terceira divisão do Campeonato Alemão, em 2017.
No bumba-meu-boi, aos 90, Gabigol errou o chute e a bola sobrou para Pedro diminuir o marcador.
O Flamengo retomava a esperança, mas não teve forças para empatar.
O Al-Hilal está na final do Mundial de Clubes e enfrentará o vencedor entre Real Madrid e Al-Ahly, num momento histórico do futebol árabe.
Ao presidente do Flamengo, restará explicar as razões de jogar o clube nas mãos de Vitor Pereira, treinador desqualificado, mentiroso, parceiro de Kia Joorabchian, e, portanto, também de Marcos Braz, proporcionando ao clube um dos maiores vexames de sua existência.