
Ontem, com ar de teatralidade, o esperto Augusto Nunes, novamente sem provas, twittou que, sob pressão do TSE e também de Lula, foi afastado pela Jovem Pan do programa ‘Pingo dos Is’.
Pouco depois, em jogada aparentemente ensaiada, foi a vez de Ana Paula Henkel e Guilherme Fiuza serem ‘encostados’.
Todos, no mesmo dia, sob idêntica argumentação: censura, que, efetivamente, nunca existiu.
A quem essa gente quer enganar?
Parceira do bolsonarismo, e tudo o que isso representa, a Pan, que, ainda ontem, se viu envolvida em episódio de possível destruição de provas no atentado ‘fake’ de Tarcísio de Freitas, se afunda ainda mais no lamaçal que destruiu décadas de história da emissora.
Mentiras e distorções se avolumaram, coincidentemente, a medida que espaços publicitários eram adquiridos pelo governo.
Pós dia 30, a realidade será bem diferente.
A Jovem Pan terá que se contentar em sobreviver com os rendimentos de visualizações em redes sociais (se permanecerem ativas), amparadas em conteúdos feitos sob medida para o consumo de lunáticos.
Sem possibilidade de mudança de rumo, tão desmoralizada que está diante do público civilizado.
Enquanto isso, o grande nome da casa, em meio à fama de mascate, seguirá arriscando o nariz para sobreviver na empoeirada carreira que lhe restou.
