
No dia 15 de dezembro de 2018, o Corinthians fechou patrocínio com a VITALCRED aceitando receber R$ 40 mil mensais para inserir o nome da empresa em sua camisa.
Valor abaixo do normal para o uniforme alvinegro.
Um mês depois, o clube rompeu o acordo.
Em março de 2020, a Vitalcred ingressou na Justiça cobrando quase R$ 500 mil de multa sobre o distrato.
Seis meses após, em setembro, a juíza Marcia Tessitore, da 14ª Vara Cívil, deu ganho de causa ao Corinthians, obrigando a ex-parceira do clube a pagar R$ 5 mil de custas judicais.
“Julgo parcialmente procedente a ação para declarar rescindindo o contrato firmado entre as partes, julgando extinta a demanda, nos termos do art. 487, I do Código de Processo Civil”
“Diante da sucumbência mínima do réu, condeno a parte autora ao pagamento dos honorários advocatícios aos patronos do réu, que fixo por equidade em R$ 5.000,00.”
Estranhamente, antes de julgado o recurso da Vitalcred, em 22 de novembro de 2021, o Corinthians, apesar de não obrigado a fazê-lo, assinou confissão de dívida no valor de R$ 155 mil.
Destes, R$ 5 mil reservado aos advogados do clube.
A composição foi homologada na última quarta-feira (28) pelo juiz Ronnie Herbert Barros Soares.