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Comportamento dos jovens corinthianos é reflexo do ambiente em que vivem

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Logo após o apito final da decisão do Brasileiro sub-20, jogadores do Corinthians, inconformados com a derrota, partiram para agredir os vencedores palmeirenses.

Na torcida, ‘valentões’ ensaiavam invasão de campo, mas foram contidos pela polícia.

Nos bastidores, a cartolagem alvinegra dava razão à barbárie, acobertando jogadores e demais influenciados.

O comportamento dos jovens corinthianos é fruto do ambiente em que vivem.

Em vez de orientação para agirem com dignidade, na vitória ou derrota, escutam histórias de dirigentes que, há décadas, chafurdam na criminalidade.

Subliminarmente entendem como corretas as manifestações.

‘Dar porrada’, nesse contexto, é brigar pela honra.

‘Enganar’ é ser esperto.

E por aí vai.

Mais do que jogadores de futebol, a base de um clube tem o dever de formar cidadãos.

No Corinthians, basta pequena busca na ‘folha corrida’ de alguns cartolas – os mais poderosos – para perceber o dano a uma geração que terá dificuldades para reverter o estrago ocasionado.

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