
Em coletiva, o treinador Abel Ferreira, novamente, desandou a dizer bobagens, como a de que jornalistas não podem criticar treinadores por não possuírem curso da profissão, e vice-versa.
No meio da asneira citou a própria mãe como exemplo:
“Fico contente quando jornalistas entendem o jogo jogado. O jogo falado até meu pai e minha mãe falam. O jogo jogado só quem realmente estuda”
“Não fiz curso de jornalismo, não falo de jornalista. Mas jornalistas falam de treinadores sem o curso de treinador”
Abel nunca reclamou da ‘falta de estudo’ de quem o elogia – por vezes, os mesmas que criticam.
Em reação desproporcional, o apresentador Neto, que não perde uma oportunidade de estimular a parte menos inteligente de seu público, destilou comentários em tons tratados por alguns como xenófobos e preconceituosos contra a mãe do treinador.
Pior: em determinado momento, insinuou abrir a calça ao mesmo tempo em que dizia saber o que a progenitora de Abel gostava.
Inqualificável.
Não é desconhecido o péssimo nível educacional e intelectual de Neto (opinião deste jornalista), assim como o destempero do treinador palestrino.
Ambos erraram, porém, somente um deles ultrapassou limites óbvios de civilidade.
Patrocinadores do programa reagiram e ameaçam abandonar a atração, porém, a BAND, como de hábito, segue acobertando o péssimo comportamento.