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Presidenciável do Corinthians é investigado por suposta participação em fraude

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Andres Sanches (2º da esq. para a dir.) e Augusto Mello (5º)

Em novembro de 2020, o técnico de laboratório Marcelo Borbely Biondani juntou-se a diversas outras vítimas do notório golpista Alexandre Goya, que sobrevive de abrir e fechar empresas de ‘móveis sob medida’.

A manobra consiste em pegar o dinheiro adiantado dos clientes e, depois de protelar diversos prazos de entrega, encerrar as empresas e fugir do local físico alugado.

Biondani perdeu R$ 15 mil; outros, bem mais.

A última loja, denominada ‘Siena Planejados’, estava localizada na Avenida Regente Feijó nº 530:

Goya, entre diversas ações, responde a processo, instaurado no mesmo ano (2021), por estelionato:

Na tentativa de reaver o prejuízo, a vítima entrou na Justiça e, após intenso trabalho de investigação, identificou manobra do golpista em desfazer-se do patrimônio repassando-o, em curto espaço de tempo, em nome de diversos amigos.

Nesse contexto estaria inserido Augusto Mello, candidato a presidente do Corinthians.

A justiça investiga possível facilitação do cartola ao golpista.

Vamos à cronologia do fatos:

 

Informada, a Justiça ainda não se manifestou à respeito.

Augusto Mello, de qualquer maneira, terá que prestar esclarecimentos.

É voz corrente em Parque São Jorge o hábito do candidato de andar acompanhado de gente, supostamente, ligada à criminalidade, alguns até apontados como eventuais sócios de seus empreendimentos.

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