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Ronaldo planta dificuldades para colher facilidades no Cruzeiro

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Em sua primeira entrevista coletiva na condição de dono do futebol do Cruzeiro – ou imagem por detrás dos possíveis reais investidores, como ocorrido na empresa 9INE -, Ronaldo, espertamente, chorou as pitangas e falou o que todo mundo já sabia sobre a situação financeira do clube e também a saída do goleiro Fábio.

É a velha tática de plantar dificuldades para colher facilidades.

Pinta-se o caos para que qualquer tipo de resultado acima do atual quadro, ainda que pífio, seja comemorado.

Ninguém investe R$ 300 milhões em negócio alguém sem, previamente, saber no que está se metendo.

O discurso de que está descobrindo somente agora os problemas, ocasionados, em parte, por gente que circulava em seus escritórios, é conversa pra boi dormir.

A ameaça velada da possibilidade de desistência, também.

Dizer que Fábio não aceitou a proposta do clube, sem detalha-la publicamente, é fazer supor que milhões foram oferecidos, o que, certamente, não foi o caso.

O histórico empresarial de Ronaldo e os parceiros com os quais costuma se relacionar indicam que somente o acaso pode salvar o Cruzeiro dos dias piores que se avizinham.

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