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Mais um desserviço de Orlando Rollo ao Santos

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Em entrevista à FOLHA, o presidente do Santos, Andres Rueda, revelou sua surpresa ao se deparar com o clube extraído do acordo com o PROFUT:

“A gente estava com cinco mensalidades atrasadas. Aquilo me arrebentou”

Três destes meses ocorreram sob a gestão do policial Orlando Rollo.

Rueda precisou implorar em Brasília para que o Peixe fosse novamente aceito no PROFUT, além de obrigado a quitar, à vista, R$ 60 milhões.

O caos do clube, lutando desesperadamente contra o rebaixamento, tem protagonistas óbvios.

Além de enxugar as despesas e tentar manter um time encaixado no real padrão financeiro da agremiação – sem o doping (dívidas sobre dívidas), por exemplo, do Corinthians -, o Santos, sob risco de falência (inclusive esportiva), precisa realizar grande limpeza em em seu Conselho Deliberativo, espécie de Mercado Informal de votos e facilidades.

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