
Ontem (06), a Argentina sofreu para chegar à final da Copa América, vencendo a Colômbia somente nas penalidades após empate em um a um no tempo normal.
Nem assim Messi conseguiu jogar mal.
O torneio, marcado pelo negacionismo genocida de um Governo corrupto e seus cúmplices da imprensa, somente terá relevância se, na final de sábado contra o Brasil, o melhor do mundo levantar a taça de Campeão.
Obviamente falamos de Messi.
Todo o planeta torce por esse resultado.
No epílogo de sua gloriosa carreira, Messi, como se fosse juvenil, mas com a experiência de veterano, disputou um campeonato impecável.
Dribles desconcertantes, inclusive nos péssimos gramados, assistências decisivas e gols espetaculares fizeram parte de seu infindável repertório de genialidades.
Neymar, único jogador brasileiro, com a bola nos pés, diferenciado, seria o coadjuvante perfeito, como sempre ocorreu quando a dupla esteve próxima em momentos importantes, seja em atuações no Barcelona ou na final do Mundial de Clubes, atuando pelo Santos.