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Há mais de quatro anos no cargo, fazia tempo que Renato Gaúcho, após inicio de trabalho muito bom, treinava o Grêmio escorado no amor do torcedor pelo maior ídolo da agremiação.
Seu trabalho, nos anos recentes, foi decepcionante.
Não apenas pelos resultados, mas também pelo deserto de ideias e o comportamento extra-campo.
Renato passava por cima da diretoria, do bom-senso (ao dizer que não precisava estudar futebol) e até da civilidade ao dar péssimos exemplos públicos durante a pandemia.
É nesse pacote ‘viciado’ de comportamentos que os clubes interessados em seus serviços terão que avaliar se vale a pena apostar.
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